Desvalorização da culinária moçambicana e prejuízo da venda de refeições na via pública

A culinária nacional não é dominante nos nossos restaurantes mesmo tendo muita aceitação.
Os donos de restaurantes devem aceitar que se confeccionem pratos tipicamente moçambicanos e o público nacional tem de ser primeiro a consumir o que é nosso.
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Com vista a dinamizar a saúde pública posta em perigo por vendedoras informais de comida nas vias públicas, na cidade de Maputo, o conselho municipal  tem responsabilidade de resolver esses problemas mais rápido possível.
A venda informal de refeições na cidade de mMaput cresce a cada dia. No entanto, está a ser maioritariamente praticada em locais impróprios e próximos dos depósitos de lixo, das águas estagnadas e das fossas, algo que representa um atentado à saúde pública e ao meio ambiente.
Esperança Eduardo, vendedora informal há mais de 10 anos na baixa da cidade, disse que a falta de emprego leva as pessoas para aquele negócio informal. O negócio é rentável porque consegue sustentar a sua família.
Algumas cozinheiras reconhecem que a comida preparada naquele ambiente constitui perigo a saúde pública.
Os preços baixos são o principal factor que atrai centenas de pessoas aos restaurantes móveis e improvisadas, mas o  ministério da saúde alerta os consumidores para os riscos, cólera, anemias e outras doenças que possam existir.
Os funcionários desta actividade não apresentam cartões de saúde, o que é obrigatório para quem trabalha com alimentação para público, e geralmente nem têm água para lavarem as mãos. Mas nem por isso as pessoas deixam de procurar estas refeições de rua. Isso é um atentado à saúde pública o que é lamentável.







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